Capítulo 2: O Homem de Pedra

Sang Ahli Agung Tikus yang Memperistri Seekor Kucing 3348字 2026-03-14 14:31:35

Wang Feng e Wang Dali corriam, um perseguindo o outro, em disparada pela trilha à frente. Não demorou para que ultrapassassem a montanha onde se encontrava a vila de Dashan e alcançassem o sopé do outro lado, prosseguindo em direção ao objetivo que os aguardava mais adiante.

Apesar de Wang Dali ser uma cabeça mais alto que Wang Feng, além de muito mais robusto, Wang Feng não lhe ficava atrás em velocidade; por várias vezes chegou até a ultrapassá-lo. No entanto, devido à compleição física de Wang Dali, não estava decidido quem seria o vencedor daquela disputa.

O terreiro de debulha costumava ser um lugar pouco frequentado; à exceção dos fins de semana, quando as crianças iam brincar, raramente alguém passava por ali. Por isso, a competição entre Wang Feng e Wang Dali não contava com espectadores.

— Haha! Wang Dali, desta vez você vai perder! — Wang Feng, vendo que faltavam apenas algumas dezenas de metros para a linha de chegada, acelerou mais uma vez, ultrapassando Wang Dali e rindo com entusiasmo.

Wang Dali, ao ver-se superado novamente, disparou num esforço desesperado. Não conseguia entender como Wang Feng, sendo menor e menos forte, podia correr mais rápido e resistir por mais tempo do que ele.

Agora, porém, não era hora para reflexões. Cerrou os dentes e lançou-se na perseguição, olhando de relance para calcular a distância restante até o destino. Foi então que, subitamente, Wang Dali avistou uma gigantesca bola de fogo despencando do céu, exatamente na direção do terreiro de debulha!

Achando estar vendo coisas, Wang Dali parou abruptamente, esfregou os olhos e olhou de novo — não havia dúvida, era mesmo uma colossal esfera flamejante vindo do céu.

— Wang Feng! Pare! Não corra mais! — bradou Wang Dali com todas as forças.

Embora vivessem em constante rivalidade, Wang Dali jamais deixaria Wang Feng em perigo; afinal, ambos tinham apenas oito anos, e seus corações ainda eram livres das malícias do mundo.

Wang Feng, ainda sem notar o meteoro que descia, continuava a correr quando ouviu o grito do amigo. Olhou para trás, viu Wang Dali parado e também deteve-se, gritando de volta:

— Wang Dali, vai desistir?

— Besteira! Olha para o céu! — replicou Wang Dali, apontando para o firmamento atrás de Wang Feng e gritando com urgência.

Wang Feng seguiu a direção do dedo de Wang Dali e, ao ver o enorme fogo celeste, levou um susto tremendo. Imediatamente, virou-se e correu na direção de Wang Dali, berrando:

— Wang Dali, você está louco? Corre logo!

O aviso fez Wang Dali perceber que também precisava fugir. Voltou-se e disparou à frente de Wang Feng, sem se importar com o terror da bola de fogo — pelo contrário, sentiu até uma estranha satisfação.

No instante em que ambos se viraram para fugir, a bola de fogo caiu com estrondo sobre o terreiro de debulha. O impacto abriu uma cratera imensa e lançou uma onda de poeira, como vagas de um mar revolto, que se espalhou em todas as direções.

Mesmo estando a dezenas de metros de distância, Wang Feng e Wang Dali foram atingidos!

A torrente de poeira os alcançou rapidamente, engolfando-os por completo. A nuvem seguiu adiante, só se dissipando após um minuto inteiro.

— Pff! Pff! Wang Dali, você está vivo? — Wang Feng cuspia terra enquanto gritava.

Por sorte, estavam longe o bastante; embora submersos na poeira, esta formava apenas uma fina camada, sem soterrá-los por completo.

Ainda assim, a força do impacto os lançara ao chão, rolando várias vezes até pararem. Wang Feng tinha arranhões nos braços e nas pernas, mas nada grave.

Ao ouvir Wang Feng, Wang Dali, deitado ali perto, cuspiu também a terra antes de se sentar e, olhando para o amigo, resmungou:

— Sabe falar, por acaso? Eu, Wang Dali, morrer? Nunca!

Wang Feng riu, depois olhou para o terreiro destruído e disse:

— Wang Dali, a árvore sumiu. Não dá mais para continuar nossa disputa aqui. Que tal mudarmos o desafio?

— Diga, seja o que for, eu topo! — respondeu Wang Dali sem hesitar.

Mesmo após tal acontecimento, os dois meninos não demonstravam medo algum, preocupados apenas em manter a aposta. Eram, de fato, crianças, com uma inocência desprovida de malícia.

Wang Feng então apontou para o terreiro e propôs:

— Vamos ver quem tem coragem de ir até lá descobrir o que caiu!

— Ora, pensei que seria algo difícil. Isso é fichinha! — replicou Wang Dali em voz alta.

Mal Wang Dali concordou, Wang Feng já se lançava em direção ao terreiro. Surpreso, Wang Dali correu atrás, gritando:

— Wang Feng, você é muito safado!

O riso alegre de Wang Feng ecoou à frente.

Logo chegaram ao local do impacto. Diante de uma montanha de terra de quatro ou cinco metros de altura, Wang Feng não hesitou e escalou, seguido de perto por Wang Dali, que não queria ficar para trás.

Os dois amigos subiram juntos e, de lá do alto, espiaram a cratera. Ficaram boquiabertos: no fundo, além de uma pedra enorme ainda crepitando com pequenas chamas, nada mais havia.

— Só uma pedra velha? Pensei que era a cabaça do Menino do Fogo caindo do céu... — disse Wang Feng, desapontado.

Wang Dali também se sentiu frustrado, mas continuou examinando a pedra e, de repente, comentou:

— Wang Feng, não acha que essa pedra parece uma pessoa?

A pedra, com menos de dois metros de altura e cerca de cinquenta centímetros de diâmetro, tinha a forma arredondada. À primeira vista, nada de especial, mas, ao ouvir o amigo, Wang Feng olhou com mais atenção e percebeu que realmente havia algo de humanoide ali.

— Verdade, parece mesmo! Olha, ali são os pés, aqui as mãos, a cabeça... Ei, até tem olhos, nariz e boca esculpidos! — exclamou Wang Feng, surpreso.

Quanto mais olhavam, mais a pedra lhes parecia um homem de pedra. Ambos se alegraram — não era a cabaça mágica, mas o “homem de pedra” parecia bem divertido.

— Vamos lá embaixo ver de perto — sugeriu Wang Dali, sendo o primeiro a descer, decidido a não deixar Wang Feng tomar a dianteira desta vez.

Wang Feng não ficou atrás, descendo logo em seguida, ambos alheios ao perigo, movidos apenas pela curiosidade.

A cratera tinha sete a oito metros de profundidade, mas bastaram alguns saltos para Wang Dali alcançar o fundo e ficar diante do homem de pedra. Foi nesse instante que algo estranho aconteceu.

De súbito, dos olhos do homem de pedra, disparou um raio de luz vermelha diretamente contra Wang Dali. A surpresa o deixou imóvel, sem saber o que fazer.

— Wang Dali, cuidado! — gritou Wang Feng, que vinha logo atrás, empurrando Wang Dali para o lado.

Wang Dali caiu ao chão, batendo a cabeça numa pedra redonda e desmaiando na hora, enquanto o raio atingia em cheio o peito de Wang Feng.

Wang Feng sentiu como se a enorme porca da fazenda de Wang Dali o tivesse atropelado — uma dor lancinante explodiu em seu peito e ele foi arremessado para trás, desmaiando ao cair no chão.

Deitado de costas, a camisa no peito de Wang Feng parecia ter sido destroçada pelo raio, revelando a pele branca. No pescoço, pendia um amuleto de jade que emitia um tênue brilho avermelhado.

Este amuleto fora um presente de seu pai em seu aniversário de quatro anos, herança dos ancestrais da família Wang. Embora pequeno e de aparência modesta, Wang Feng sempre o usara, sem lhe dar muita importância.

O raio atingira precisamente o amuleto, que pareceu absorver a energia, tornando-se de um verde vívido e translúcido, belíssimo.

Claro, Wang Feng não viu nada disso, pois estava inconsciente. O brilho logo se extinguiu, e tudo voltou ao normal, como se nada tivesse acontecido.

Pouco depois, ainda desmaiados, foram surpreendidos por estrondos nos céus: dois helicópteros sobrevoaram o terreiro, portas se abriram e cordas foram lançadas.

De dentro, soldados em uniforme de camuflagem, capacetes e metralhadoras desceram pelas cordas, cercando a cratera e avançando para a floresta ao redor, estabelecendo um perímetro de segurança com armas em punho.

Quando a segurança estava garantida, a porta do outro helicóptero se abriu, mas, desta vez, nenhum cabo foi lançado. Um homem de terno preto e óculos escuros surgiu à entrada, e, num salto prodigioso, lançou-se diretamente ao solo, de mais de vinte metros de altura, pousando apenas com uma leve flexão dos joelhos, sem se ferir.

Não estava sozinho; três outros homens, igualmente trajados, saltaram em seguida, aterrissando junto à cratera.

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